
“Drag me to hell”, definitivamente não é um filme que deve ser levado totalmente a sério. A fita que marcaria a possível volta do diretor Sam Raimi à produções de filmes B, que o mesmo dirigia em seu inicio de carreira lá por volta dos anos 80, parece mais uma sátira do gênero e uma brincadeira por parte do realizador e de todos os seus envolvidos do que de fato uma obra que tenha o objetivo de provocar tensão constante durante sua projeção.
É claro, o filme ainda assim consegue pregar bons sustos no espectador em determinados momentos. A seqüência do estacionamento, por exemplo, é sensacional. Mas o humor negro, o uso excessivo do zoom, as atuações exageradas e as seqüências bizarras que vemos na tela todas as vezes que pinta a imagem da Senhora Ganush (a velhinha que lança a tal maldição que levaria a personagem Christine para o inferno no período de três dias), tudo isso, de certa forma, acaba impedindo que algumas pessoas embarquem na historia por não achá-la algo coerente, dentro dos padrões. Mas é como eu disse logo no inicio, este aqui não é um filme que deve ser levado completamente à sério. Se você não conseguir aceitar numa boa os acontecimentos que virão no decorrer da trama, dificilmente irá se divertir.
Por fim, o filme tem lá seus defeitos sim. O uso um tanto quanto exagerado do CGI, agora no mal sentido, cansa e a previsibilidade do roteiro nos momentos finais idem. Mas não é nada que diminua a diversão que este proporciona. Cenas hilárias é o que não falta, tais como as seqüências em que o demônio Lâmia dança (minha favorita), ou a cena em que Christine jorra sangue pela boca e pelas narinas em seu emprego. Essas e muitas outras garantem diversão de primeira.






























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Mto engraçado msm! euheuheuhe achei que ia ser bem pior, mas eu gostei…..
hahahaha adorei! Destaque do ano, do gênero
Andinhu.